Você já imaginou um Maracanã lotado durante um Clássico dos Milhões, mas, em vez de ser a torcida toda agitadíssima, ali no meio, duas figuras serenas, abrigando paixões por seus times do coração e pela fé? Pois é exatamente assim que a cena acontece quando as irmã Elaine, fanática pelo Vasco, e irmã Ana, torcedora dedicada do Flamengo, entram em cena. Em plena Semana Santa, enquanto muitos estarão vidrados no telão acompanhando o jogo, essas freiras vão estar cumprindo suas tarefas religiosas, mas sem deixar a paixão pelo futebol de lado.
Essas religiosas especiais conquistaram a internet e corações de torcedores por todo o Brasil com suas aparições esporádicas nos estádios, e ainda mais com as histórias inspiradoras que saem das arquibancadas. Irmã Elaine, já vista no CT do Vasco, e irmã Ana, frequentadora do Maracanã, são exemplos vivos de como o esporte e a espiritualidade podem coexistir lindamente.
Você deve estar se perguntando: como elas misturam religião com futebol? Ora, como bons cariocas, elas têm suas próprias maneiras de acompanhar os times, mesmo com as agendas apertadas. O segredo? Apps de celular que notificam resultados ao vivo, é claro! E a irmandade vai além das cores das camisas: até as provocações entre freiras são “santas”. Elas garantem que a rivalidade fica no campo da diversão, com irmã Ana admitindo que provoca, mas sempre “santamente”. Afinal, torcer deve ser sinônimo de alegria, sem espaço para ódio ou violência.
Essas irmãs também levam suas funções de intermediárias da paz para o campo, usando o futebol como ferramenta para promover respeito e igualdade, combatendo preconceitos, como foi o caso de racismo contra Luighi, do Palmeiras, no Libertadores sub-20. Irmã Elaine e irmã Ana ressaltam que torcer deve ser uma celebração da dignidade humana.
E aí, bateu a vontade de conferir essa torcida inusitada? Enquanto não acontece o aguardado encontro entre elas, que vai ter que esperar mais um pouquinho por conta dos compromissos sagrados, sigamos o exemplo das irmãs: torçamos com alegria, amor e, por que não, uma pitadinha de humor.
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