Na segunda-feira, 6 de abril, a Polícia Civil do Rio de Janeiro desmantelou uma fábrica clandestina de linha chilena localizada em Realengo e prendeu um comerciante em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. As ações foram conduzidas por agentes da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), que atuaram com base em informações obtidas através de inteligência sobre a fabricação e comercialização desse material ilegal.
No endereço em Realengo, os policiais descobriram um local improvisado, cercado por tapumes e coberto com telhas, dedicado à produção da linha chilena. Durante a operação, foram apreendidos diversos insumos e ferramentas, incluindo pipas, um pó similar ao quartzo, frascos de cola, carretéis de linha e uma máquina artesanal para enrolamento da linha. Após essa abordagem, a equipe seguiu para o bairro Tomazinho em São João de Meriti, onde localizaram um ponto de venda. O comerciante que estava à frente do negócio admitiu sua atividade ilegal e foi preso em flagrante por fornecer, vender e expor substâncias prejudiciais à saúde pública.
A Polícia Civil ressaltou que essas ações são parte de uma série de operações destinadas a combater a produção e a comercialização de materiais ilegais que representam riscos à população. A linha chilena é frequentemente utilizada em pipas; no entanto, tanto ela quanto o cerol são proibidos pela legislação vigente. Esses materiais cortantes têm o potencial de causar acidentes sérios e até fatais.