Home NotíciasQuinta vítima policial da megaoperação nas favelas da Penha e do Alemão morre no Rio, elevando o total de mortos para 122

Quinta vítima policial da megaoperação nas favelas da Penha e do Alemão morre no Rio, elevando o total de mortos para 122

por Amanda Clark

Na noite desta sexta-feira (21), o policial civil Rodrigo Vasconcellos Nascimento faleceu em decorrência dos ferimentos sofridos durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. Com essa trágica perda, o número de agentes de segurança mortos na ação mais letal da história do estado chegou a cinco, totalizando 122 vítimas.

A notícia do falecimento foi confirmada por fontes oficiais. O policial estava em tratamento no Hospital Copa D’Or, em Copacabana, após ter sido transferido do Hospital Getúlio Vargas, na Penha. Amigos e familiares haviam iniciado uma campanha de doação de sangue para ajudar no tratamento do inspetor, lotado na 39ª DP (Pavuna).

Rodrigo foi atingido por tiros durante um confronto com criminosos na Serra da Misericórdia, no dia 28 de outubro, durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão. Imagens capturadas por drones da Polícia mostraram o momento do ataque à equipe em que ele estava.

Até o momento, não há informações sobre o velório e o sepultamento. O secretário de Polícia Civil do Rio, delegado Felipe Curi, expressou seu pesar pela morte do agente, lembrando que havia estado com ele no hospital no fim de semana anterior. “Rodrigo foi mais um herói que sacrificou sua vida em prol da sociedade. Sua coragem não será esquecida. Que Deus o receba de braços abertos e console seus entes queridos”, afirmou o delegado Felipe Curi.

Os outros quatro policiais falecidos na megaoperação foram o comissário Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, conhecido como “Máskara”, da 53ª DP (Mesquita); o policial civil Rodrigo Velloso Cabral, também lotado na 39ª DP (Pavuna); e os sargentos Cleiton Serafim Gonçalves e Heber Carvalho da Fonseca, ambos do Bope.

Além dos cinco agentes de segurança, 117 pessoas foram mortas nas comunidades alvo da operação. As autoridades policiais afirmam que todas eram suspeitas de envolvimento nos confrontos armados.

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