O Rio de Janeiro está implementando um banco de perfis genéticos com o objetivo de auxiliar as investigações policiais e facilitar a identificação de pessoas desaparecidas. A lei que oficializou essa medida foi sancionada pelo governador Cláudio Castro em 20 de março.
O novo sistema irá incluir os dados de DNA de pessoas condenadas por crimes hediondos ou violentos, além de receber informações genéticas fornecidas por familiares de desaparecidos. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou a legislação, garantindo que todos os dados armazenados serão sigilosos e seguirão as normas de proteção de dados pessoais.