O adiantamento do 13º salário é um benefício previsto em legislação para atender servidores municipais em situações graves, como doença crônica, gestação, cirurgias ou adoção. No entanto, a Prefeitura de Eduardo “Mãos de Tesoura” Paes decidiu não conceder mais esse direito desde 15 de julho, mesmo com o decreto municipal ainda em vigor. A justificativa da Prefeitura não se sustenta, e os servidores e suas famílias estão sofrendo com essa decisão cruel e injustificável.
O último adiantamento concedido foi publicado em 15 de julho, e desde então, nenhum outro foi pago, mesmo com processos instruídos e situações urgentes. A Secretaria Municipal de Administração alega atraso na análise dos processos devido à licença-maternidade de uma médica responsável, porém, a suspensão do benefício não ocorreu por esse motivo. A falta de substituição da médica levanta questionamentos sobre a verdadeira motivação por trás dessa decisão.
Enquanto isso, gestantes, doentes crônicos, famílias com cirurgias marcadas, servidores aposentados e adotantes estão enfrentando dificuldades financeiras sem o adiantamento do 13º, que é um direito garantido por lei. A Prefeitura optou por não conceder esse benefício, empurrando o pagamento para dezembro, mesmo quando a situação dos servidores é grave e urgentes.
A falta de vontade política em garantir esse direito básico aos servidores é uma escolha consciente da atual gestão, que prefere priorizar outros gastos em detrimento do bem-estar dos funcionários e suas famílias. É importante que cada servidor saiba que o sofrimento causado por essa decisão não é acidental, mas sim uma escolha feita pela Prefeitura.