Home NotíciasDa tradição havaiana à comida rápida carioca: a revolução do Mana Poke no Rio de Janeiro

Da tradição havaiana à comida rápida carioca: a revolução do Mana Poke no Rio de Janeiro

por Amanda Clark

A popularidade do Poke, que antes era uma moda restrita às regiões do Pacífico, agora se firmou de maneira sólida nas grandes cidades brasileiras. Nesse contexto, o Mana Poke se destaca não apenas como uma alternativa gastronômica, mas também como um modelo de negócio que combina rapidez e qualidade nutricional. Em uma conversa exclusiva com a equipe do DIÁRIO DO RIO, tivemos a oportunidade de explorar os bastidores da marca e compreender como o frescor dos ingredientes e a experiência dos clientes impulsionam o crescimento da rede.

Em nossa visita à unidade localizada em Botafogo-RJ, conversamos com a gerente Alessandra, que explicou os motivos por trás do investimento nesse segmento: “No início, acredito que foi impulsionado pelo aumento das academias e pela crescente demanda por comidas saudáveis. As pessoas começaram a se cuidar mais e a valorizar sua saúde”, afirmou.

Ao indagar se o público-alvo ainda está ligado ao mundo fitness, Alessandra revelou que essa era a intenção original, mas a diversidade de fregueses levou a um novo direcionamento: “A ideia inicial era focar no público fitness. Contudo, começamos a atender empresas em Botafogo e, durante o horário do almoço, o restaurante fica cheio. Os frequentadores são principalmente profissionais de escritório e pertencem a diferentes perfis. Eles escolhem o Mana Poke pela opção saudável. Mesmo aqueles que não frequentam academias se preocupam com sua alimentação. Hoje atendemos famílias, crianças e até idosos. Temos um cliente fiel que vem quase todos os dias, sempre levando comida para sua esposa.”

Sobre a origem do prato “Poke”, Alessandra explicou: “O Poke surgiu no Havaí entre pescadores que utilizavam peixe cru e frutas locais como manga. Eles picavam esses ingredientes e os serviam em uma tigela para consumo imediato. Com o passar do tempo, essa receita foi adaptada e incorporou elementos da culinária oriental, incluindo toques como Sunomono e Gohan.”

Além de seu foco na gastronomia, o Mana Poke também demonstra seu compromisso ambiental através do projeto Mana Day. Esta iniciativa arrecada fundos para o Instituto Ecosurf, uma organização brasileira dedicada à conservação dos oceanos e áreas costeiras, fundada pelo surfista João Malavolta. Perguntamos à Alessandra sobre como o restaurante contribui para essa causa.

“O Mana Day é um dia específico em que reverteremos 5 reais de cada Poke vendido em todas as unidades do Brasil para apoiar o instituto,” explicou.

Ao mesclar as tradições culinárias havaianas com uma gestão responsável, o Mana Poke ilustra que alcançar o sucesso no setor gastronômico contemporâneo vai além do sabor. Seja pela personalização dos bowls ou pelo apoio ativo à preservação ambiental por meio do Mana Day, a rede estabelece uma proposta onde consumo consciente e cuidado com o planeta coexistem harmoniosamente.

Onde encontrar?
Mana Poke Botafogo – R. Marquês de Olinda, 94
Mana Poke Ipanema – R. Visconde de Pirajá, 44
Mana Poke Barra da Tijuca – Av. Olegário Maciel, 214 – Loja F

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