Imagine só uma vida onde o caos é um vício. Pois é, essa é a pegada da atriz Miá Mello, que não só abraça a correria com um sorriso no rosto, mas parece prosperar na bagunça – quase como se cada dia fosse um novo capítulo de um espetáculo intenso e imprevisível. A partir de agosto, Miá vai estar nos palcos de quarta a domingo, se dividindo entre São Paulo e outras cidades com duas peças. E entre um palco e outro, ela ainda acha tempo para o muay thai, a terapia e, claro, para os filhos, Nina, de 16 anos, e Antônio, de 7. Enquanto para muitos essa agenda podia parecer um pesadelo, para ela, cada momento é um convite à loucura de viver intensamente.
Não é à toa que Miá sente que o tédio é o verdadeiro desafio. Durante a pandemia, ela deu a única pausa significativa na sua carreira quase de 20 anos, marcada por sucessos como “Meu passado me condena” e o monólogo “Mãe fora da caixa”. Com a rotina sempre acelerada, um dos maiores desafios da atriz é lidar com o sono. As noites de estreia, como no espetáculo “Mulheres em chamas”, mostram sua dedicação, mesmo que isso signifique dormir só três horinhas.
Falando em “Mulheres em chamas”, que tal discutir sobre menopausa de uma forma que todo mundo entenda – e sem revirar os olhos? Miá e suas colegas, Juliana Araripe e Camila Raffanti, fazem isso brilhantemente. A diretora Paula Cohen reforça que o comprometimento e a entrega de Miá são inspiradores, já que a atriz se lança de cabeça em tudo o que faz.
E como se não bastasse, Miá ainda enfrenta as dificuldades da maternidade com graça e sinceridade, especialmente com Nina, que está naquela transição complicada da puberdade. O bate-papo aberto sobre assuntos como o uso de vape faz parte do dia a dia delas, mesmo com as preocupações inevitáveis de mãe. Já Antônio, o menorzinho, não vai ter celular tão cedo, hein! Miá está decidida a segurar as rédeas dessa tecnologia até onde der.
No campo do amor, ela e o marido Lucas Melo são aquela dupla que se entende na essência, equilibrando diferenças em uma harmonia singular. E para os que acham que histórias de monogamia são caretas, ela garante que as “loucurinhas” do casal são sempre vividas em parceria.
Com o cenário artístico brasileiro mudando, Miá expressa seu desejo de voltar ao formato clássico da novela, mesmo com sua predileção natural pela comédia. Ela exalta que o riso não pode ultrapassar os limites do respeito, e se posiciona firmemente contra discursos de ódio, como no caso do comediante Léo Lins.
Tá aí uma figura que vive intensamente e transforma cada desafio em combustível para a criatividade! Se você gostou desse relato sobre a vivência caótica (e deliciosa) de Miá Mello, compartilhe com os amigos e deixe seu comentário sobre a rotina maluca que abraça – quem sabe a gente também não encontra inspiração no meio da bagunça, né?