Imagine só, meu amigo, o coração de Berlim pulsando forte com a presença de mais de 160 mil pessoas nas ruas. E não é pra menos, afinal, o que está em jogo é nada menos que a integridade da democracia alemã, um tema que faz até os mais tranquilos cariocas levantarem e se juntarem ao coro.
O burburinho todo começou quando o CDU, partido do famoso Friedrich Merz, que tá na disputa pra chanceler, deu aquela famosa pisada de bola, tipo tentar misturar limão com açúcar. Eles resolveram contar com os votos da Alternativa para a Alemanha (AfD), um partido de extrema direita, pra empurrar uma lei em prol de limitar a imigração. E claro, o povo não curtiu nadinha essa reaproximação perigosa entre a direita e a extrema direita, especialmente com as eleições já batendo na porta.
Anna Schwarz, uma manifestante de 34 anos, resumiu bem a parada: “A gente tá aqui pra fazer barulho e lembrar os partidos do compromisso com a democracia.” Bola dentro, hein? A galera mostrou sua força em frente ao Bundestag e partiu numa marcha até a sede do CDU, deixando claro que não vai engolir esse “pacto com o diabo”, como muitos manifestantes descreveram.
O CDU com essa jogada arriscada quebrou um daqueles tabus políticos que o país segura firme desde a Segunda Guerra Mundial. Esses acordões com extrema direita, por lá, têm nome: “cordão sanitário”. E tem mais gente esquentando a chapa: Elon Musk não economizou os tweets e cutucões, dando aquela moralzinha duvidosa pra extrema direita alemã, no que muitos viram como uma interferência em política externa.
E enquanto tudo isso acontecia, cerca de 500 policiais estavam de olho na segurança do pessoal que marchava por Berlim, que se juntava a outros milhares espalhados por cidades como Hamburgo e Stuttgart. O fato é que os alemães não estão brincando em serviço e querem garantir que a história não volte a repetir seus piores capítulos.
Essa mobilização toda serve como um alerta e convite à reflexão pra qualquer canto do mundo. É hora de botar a mão na consciência e proteger as conquistas democráticas construídas a duras penas. Bora compartilhar essa ideia, debater e fortalecer essa rede global de vigilância democrática? Vamos nessa!