Se há uma coisa que carioca sabe bem, é que não dá pra ficar em cima do muro quando o assunto é democracia. Não tem jeitinho ou jogada de cintura que resolva: ou está do lado da Constituição ou é melhor rever os conceitos. Esse dilema ficou ainda mais evidente após a recente posse do deputado Hugo Motta na presidência da Câmara dos Deputados.
Logo de cara, o discurso foi um verdadeiro compromisso com o Brasil, prometendo lutar pela democracia. Mas mal esfriou o assento, Hugo Motta lançou a ideia de discutir uma possível anistia para aqueles condenados pelos ataques do 8 de Janeiro. Eita! Essa proposta deixou muita gente de cabelo em pé, afinal, não é todo dia que se discute um perdão para quem tentou invadir as entranhas do poder numa tentativa frustrada de golpe.
Aqui, a questão não é pequena: estamos falando de defender a democracia, que é aquele pacto entre todos nós para vivermos em paz e respeito. Não tem meio termo, não dá pra ficar com um pé na democracia e outro no perdão daqueles que tentaram derrubá-la. É como tentar segurar duas ondas ao mesmo tempo na praia do Leblon – cedo ou tarde uma delas te pega.
Quando parlamentares resolvem mexer nesse vespeiro, a responsabilidade pesa. Afinal, a imparcialidade na política é quase uma utopia. Se tem alguém que precisa ser imparcial e objetiva, é a Justiça, que carrega a missão de decidir o que é certo e errado baseado nas leis e não nos interesses pessoais ou partidários.
Agora, a parada é a seguinte, meu amigo: vamos acompanhar de olho vivo e faro fino as movimentações no Congresso. A democracia é nossa, e ela deve ser movimentada por princípios sólidos, não por marolas de ocasião. Concorda? Então comenta, compartilha o papo, vamos juntos manter essa onda de consciência democrática viva e firme! 🌊🗳️