Se você acha que jogar bola já é complicado, imagina só enfrentar essa missão lá no alto, nas nuvens, onde o oxigênio é mais rarefeito do que refrigerante sem gás. Pois é, nesta edição da Copa Libertadores e da Sul-Americana, sete times brasileiros vão sentir na pele — e nos pulmões — o desafio de jogar em altitudes superiores a 2.000 metros. Será que ter pernas pra aguentar?
A missão dos brasileiros inclui visitar aqueles estádios situados no topo do mundo, onde não basta só ter talento, tem que ter fôlego também. O destaque especial vai para o Fluminense, que terá a audácia de enfrentar essa pedreira não uma, mas duas vezes: contra o Once Caldas, na Colômbia, e o GV San José, na Bolívia.
Por que isso é tão tenso? Simples. A altitude pode ser um adversário tão temido quanto o artilheiro do time rival. Respirar fica mais difícil, e a bola parece ter vontade própria, desafiando os craques a cada passe e chute. É quase como se o jogo fosse em outro planeta!
A altitude é um daqueles fatores implacáveis que não perdoam nem quem tá assistindo na arquibancada. E a curiosidade é que, mesmo com tantas dificuldades, esses jogos são espetaculares, repletos de emoção e viradas inesperadas que deixam qualquer torcedor com o coração na boca.
Para os amantes do futebol, essa é a hora de apoiar nossos representantes, torcendo fervorosamente e mandando muita energia positiva — e respirações profundas — para esses heróis cariocas e de outras partes do Brasil. E aí, animado para acompanhar esses duelos épicos no topo do mundo? Claro, não esquece de se inscrever e acompanhar todas as partidas. Afinal, quem não quer ver um show de bola até nas alturas?