Home RedaçãoBriga, tensão e impasse: o que ninguém esperava na reunião dos líderes da Câmara!
Voz elevada e ânimos exaltados: reunião de líderes termina mais uma vez sem definição para comissões da Câmara

Briga, tensão e impasse: o que ninguém esperava na reunião dos líderes da Câmara!

por Amanda Clark

Ah, a política brasileira e suas reviravoltas! Acorda, Brasil! Mais um dia daqueles no Congresso Nacional, onde o caldeirão político ferve e borbulha intensamente. Na última reunião de líderes, a tentativa de colocar ordem na casa terminou num verdadeiro grito em Brasília. PL e PSD, como se fossem escolas de samba disputando o título, se digladiaram mais uma vez sem chegar a um acordo. E, cá entre nós, a música não foi nem um pouco afinada.

Pois é, meu caro leitor, tudo começou quando o PL bateu o pé e disse que, por ser a maior bancada, queria escolher as comissões mais interessantes. Entre elas, a cobiçada Comissão de Minas e Energia. Mas o PSD não ficou feliz com essa batida, defendendo que o samba do acordo entre líderes, tocado na gestão de Arthur Lira, deveria prevalecer. O clima azedou e a esperança de um desfecho rápido foi pelo ralo. Vai entender, né?

E o PL quer mostrar que não está para brincadeira! Com 99 deputados na bancada, eles têm direito a seis pedidos de comissões. Já estão de olho na de Relações Exteriores e na de Saúde, que tem uma bolada para distribuir. Mas não é só isso: tem também a de Segurança Pública e, claro, a tão falada Minas e Energia. Enquanto isso, nosso amigo Joaquim Passarinho bota pilha e se posiciona como o maior interessado.

Mas, na política, o que importa mesmo são os acordos (ou a falta deles). A Comissão de Constituição e Justiça, por exemplo, foi para o União Brasil, cortesia da negociação com MDB e PT. E, com o PT abrindo mão da Educação, eles decidiram pegar a Comissão de Fiscalização e Controle. Já o MDB, agora dono do orçamento de 2026, fica sorrindo à toa com Isnaldo Bulhões no comando.

O PL, sempre esperto, garantiu a Comissão de Relações Exteriores, sob a batuta do novo maestro Filipe Barros. Ele está de olho em manter uma conversa alinhadíssima com o governo Trump, lá dos Estados Unidos. E falo mais: apesar de a Comissão de Saúde não figurar entre as mais pomposas, controlar as bolsas de R$ 11,5 bilhões nunca é de se desprezar. Tem muito prefeito que vai ficar feliz com uma gordura dessas em época de eleição, não é mesmo?

E, para fechar essa novela com um toque de drama, o PSD, coitado, fica lá no fim da fila tentando segurar a Comissão de Minas e Energia. Será? É a pergunta que não quer calar.

Se você, leitor, gosta desse jogo de xadrez político ou está apenas curioso para ver onde isso tudo vai dar, fique ligado! A política brasileira é uma verdadeira escola de vivências e surpresas. Não esquece de deixar aquele comentário bacana ou compartilhar com a galera. Bora ver qual vai ser o próximo capítulo dessa trama? Até breve!

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