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Justiça ratifica decisão que encerra pagamentos em espécie nos ônibus cariocas pelo Jaé

por Amanda Clark

A Justiça do Rio de Janeiro ratificou, nesta terça-feira (26/05), a decisão da Prefeitura que determina o fim do uso de dinheiro em espécie nos ônibus municipais. Esta iniciativa é parte da implementação do Jaé, um novo sistema de bilhetagem digital para o transporte público da cidade.

A determinação foi emitida pela 2ª Vara de Fazenda Pública, que rejeitou um pedido liminar feito pelo Procon-RJ. Esse órgão buscava interromper a transição do pagamento em dinheiro para soluções digitais nos ônibus da capital.

Com essa resolução, os passageiros não poderão mais utilizar dinheiro em espécie para pagar as passagens a partir do dia 30 de maio.

“Essa decisão reafirma a escolha da Prefeitura em substituir o dinheiro por opções digitais, promovendo maior segurança, transparência e eficiência no serviço, além de ajudar na diminuição de crimes patrimoniais. Sem dúvida, é uma evolução no transporte público da cidade”, declarou o prefeito Eduardo Cavaliere.

Na análise judicial, a juíza Georgia Vasconcellos destacou que a alteração na forma de pagamento não compromete a qualidade do transporte prestado à população.

“A proposta da parte ré para modificar a forma de pagamento das passagens não afeta a qualidade dos serviços de transporte oferecidos, não tornando-os inadequados ou ineficientes. Muito menos os torna inseguros, sendo esta precisamente uma das melhorias que a nova abordagem pode trazer”, ressaltou a magistrada em sua declaração.

Todas as informações sobre o novo sistema foram apresentadas pelo prefeito Eduardo Cavaliere e pelo secretário municipal de Transportes, Jorge Arraes, em uma coletiva realizada no Centro de Operações e Resiliência (COR) na segunda-feira (25/05).

A partir do dia 30 de maio, será obrigatório o uso de meios digitais para o pagamento das passagens nos ônibus municipais. A Prefeitura do Rio argumenta que a eliminação do dinheiro em espécie aumentará a segurança no transporte público e proporcionará maior transparência na arrecadação e controle sobre o sistema.

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